“Letramento não é um gancho
Em que se pendura cada som enunciado,
Não é treinamento repetitivo
De uma habilidade, nem um martelo
Quebrando blocos de gramática
Letramento é diversão
É leitura à luz de vela
Ou lá fora, à luz do sol
São notícias sobre o presidente,
O tempo, os artistas da TV
E mesmo Mônica e Cebolinha
Nos jornais de Domingo
É uma receita de biscoito,
Uma lista de compras, recados colados na geladeira,
Um bilhete de amor,
Telegramas de parabéns e cartas
De velhos amigos
Viajar para países desconhecidos,
Sem deixar sua cama,
É rir e chorar
Com personagens, heróis e grandes amigos.
É um atlas do mundo,
Sinais de trânsito, caças ao tesouro,
Manuais, instruções, guias,
E orientações em bulas de remédios,
Para que você não fique perdido
Letramento é, sobretudo,
Uma mapa do coração do homem,
Um mapa de quem você é,
E de tudo que pode ser.”
Magda Soares
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Projeto: Aprendendo Xadrez na Escola Integral
Autora do Projeto: Alice Andrade
I – APRESENTAÇÃO
O jogo de xadrez é uma atividade que através do tempo, conquistou cultura e costumes de povos e países em todo mundo durante milênios.
Hoje, é o segundo esporte mais praticado no mundo, é um grande impulsionador da imaginação, que também contribui para o desenvolvimento da memória da capacidade de concentração e da velocidade de raciocínio, e ainda é capaz de mostrar consequências de atitudes displicentes, que não tenham sido previamente calculadas, por conseguinte, estimular o hábito de refletir antes de agir, além de ensinar a arcar com as próprias responsabilidades dos próprios atos.
O raciocínio lógico e a capacidade de cálculo são estimulados, produzindo excelentes resultados no desempenho escolar, com destaque particularmente notável em casos de Física e Matemática. Algumas pesquisas educativas relacionadas com o xadrez provam a influência positiva deste jogo/esporte sobre seus praticantes.
Pesquisas realizadas por Charles Partos, professor do Departamento de Instrução Pública do Cantão do Valais (Suíça), afirma que o xadrez desenvolve:
1. A atenção e concentração;
2. O julgamento e o planejamento;
3. A imaginação e a antecipação;
4. A memória;
5. A vontade de vencer, a paciência e o autocontrole;
6. O espírito de decisão e a coragem;
7. A lógica matemática, o raciocínio analítico e sintético;
8. A criatividade;
9. A inteligência;
10. A organização metódica do estudo e o interesse pelas línguas estrangeiras.
Pensando em fortalecer o xadrez que já vem sendo desenvolvido no Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite e após compreender a importância que o jogo de xadrez tem hoje no âmbito escolar no mundo e no Brasil, é que elaboramos este projeto “Aprendendo xadrez na escola” para ser trabalhado de maneira significativa.
II - JUSTIFICATIVA
O projeto “Aprendendo xadrez na escola” surgiu da experiência vivenciada durante o ano de 2009, na implantação da escola em tempo integral, desenvolvido como uma modalidade esportiva e a partir dos conhecimentos importantes que foram adquiridos sobre esse jogo. Conhecimentos esses que justificam a existência deste projeto por estar demonstrando que o xadrez:
É cultura: uma atividade lúdica de origem milenar que se tem distribuído por todos os países do mundo e que encerra um corpo de conhecimentos e experiência que constituem patrimônio cultural da humanidade;
Tem uma base matemática: a matemática é um instrumento e linguagem da ciência, da técnica e do pensamento organizado;
Estimula o desenvolvimento de habilidades cognitivas tais como: atenção, memória, raciocínio lógico, inteligência, imaginação, etc.; capacidades fundamentais no desenvolvimento futuro do indivíduo;
Estimula a autoestima, a competição saudável e o trabalho em equipe;
Pode ser utilizado como elemento estruturante do tempo livre do indivíduo;
Proporciona prazer em seu estudo e prática;
Por ser um jogo de regras, dita uma pauta ética em um momento propício para a aquisição de valores morais;
Devido às suas múltiplas virtudes, contribui para a formação de melhores cidadãos.
Assim, visto que a presença do xadrez hoje no Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite é uma realidade e por acreditar nas propostas que vem sido colocadas é que se fez necessário a elaboração e implementação deste projeto
III – OBJETIVOS
Objetivo geral:
Proporcionar aos alunos do Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite a oportunidade de conhecer e aprender o jogo de xadrez e utilizá-lo para desenvolver suas habilidades cognitivas, democratizando este jogo no seu cotidiano.
Objetivos específicos:
Estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas;
Criar um intercâmbio entre as escolas integrais;
Oferecer aos alunos uma opção de atividades extraclasse;
Dar oportunidade aos alunos praticantes do xadrez de ter um local e material necessário para evoluir na sua aprendizagem;
Incentivar a prática do xadrez e preparar os alunos para participar, de forma saudável, de competições internas e externas;
Educar através da ética enxadrística.
IV - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Aulas expositivas (teórica);
Resolução de situações problemas reais artísticos;
Aulas práticas;
Xadrez humano;
Torneios Internos e abertos.
V - RECURSOS PEDAGÓGICOS
Tabuleiro e peças de xadrez oficial;
Tabuleiros de xadrez escolar;
Quadro papel, pincel e papel;
Material didático para o xadrez humano.
VI - TEMPO DE DURAÇÃO DO PROJETO
Todo ano letivo
VII - PROGRAMA ANUAL
1 - Histórico.
2 - Objetivo pedagógico do jogo.
3 - O tabuleiro:
Divisão
Nomenclatura das casas
4 - As peças:
Nome das peças e suas posições no tabuleiro
As peças e seus movimentos
O valor das peças
Os três movimentos especiais
O deslocamento das peças no tabuleiro nas suas diversas direções
Como eliminar as peças adversárias
5 - O xeque e o xeque-mate:
Objetivo principal do jogo (o xeque-mate)
Xeque a descoberto
Empate por afogamento
O xeque contínuo
Abandono de partida
6 - A ética enxadrística:
Normas de conduta esportiva
Hábitos nocivos ao desenvolvimento do jogo
Coordenação motora no manuseio das peças.
7 - O jogo de xadrez:
Noções básicas do jogo de xadrez
Como iniciar uma partida
Abertura, jogo médio e final
Planos de jogo
Técnicas enxadrísticas
Saída com as brancas e com as pretas
Partidas instrutivas
Miniaturas
Exercícios diversos com jogadas a resolver
Partidas memoráveis.
8 - Participações em torneios e campeonatos:
Jogos internos na própria escola
Torneios abertos
Torneios pela internet.
9 – Avaliação:
Trabalhos individuais e em grupos
Resultados em torneios e campeonatos.
VIII - BIBLIOGRAFIA
FISCHER, J. Como é fácil aprender xadrez- Porto Alegre - Rigel, 1991
LASKER, Edward. A aventura do xadrez - São Paulo: Ibrasa, 1962
REMFELD, Fred. Xeque-mate - o raciocínio em xeque - São Paulo, 1973
I – APRESENTAÇÃO
O jogo de xadrez é uma atividade que através do tempo, conquistou cultura e costumes de povos e países em todo mundo durante milênios.
Hoje, é o segundo esporte mais praticado no mundo, é um grande impulsionador da imaginação, que também contribui para o desenvolvimento da memória da capacidade de concentração e da velocidade de raciocínio, e ainda é capaz de mostrar consequências de atitudes displicentes, que não tenham sido previamente calculadas, por conseguinte, estimular o hábito de refletir antes de agir, além de ensinar a arcar com as próprias responsabilidades dos próprios atos.
O raciocínio lógico e a capacidade de cálculo são estimulados, produzindo excelentes resultados no desempenho escolar, com destaque particularmente notável em casos de Física e Matemática. Algumas pesquisas educativas relacionadas com o xadrez provam a influência positiva deste jogo/esporte sobre seus praticantes.
Pesquisas realizadas por Charles Partos, professor do Departamento de Instrução Pública do Cantão do Valais (Suíça), afirma que o xadrez desenvolve:
1. A atenção e concentração;
2. O julgamento e o planejamento;
3. A imaginação e a antecipação;
4. A memória;
5. A vontade de vencer, a paciência e o autocontrole;
6. O espírito de decisão e a coragem;
7. A lógica matemática, o raciocínio analítico e sintético;
8. A criatividade;
9. A inteligência;
10. A organização metódica do estudo e o interesse pelas línguas estrangeiras.
Pensando em fortalecer o xadrez que já vem sendo desenvolvido no Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite e após compreender a importância que o jogo de xadrez tem hoje no âmbito escolar no mundo e no Brasil, é que elaboramos este projeto “Aprendendo xadrez na escola” para ser trabalhado de maneira significativa.
II - JUSTIFICATIVA
O projeto “Aprendendo xadrez na escola” surgiu da experiência vivenciada durante o ano de 2009, na implantação da escola em tempo integral, desenvolvido como uma modalidade esportiva e a partir dos conhecimentos importantes que foram adquiridos sobre esse jogo. Conhecimentos esses que justificam a existência deste projeto por estar demonstrando que o xadrez:
É cultura: uma atividade lúdica de origem milenar que se tem distribuído por todos os países do mundo e que encerra um corpo de conhecimentos e experiência que constituem patrimônio cultural da humanidade;
Tem uma base matemática: a matemática é um instrumento e linguagem da ciência, da técnica e do pensamento organizado;
Estimula o desenvolvimento de habilidades cognitivas tais como: atenção, memória, raciocínio lógico, inteligência, imaginação, etc.; capacidades fundamentais no desenvolvimento futuro do indivíduo;
Estimula a autoestima, a competição saudável e o trabalho em equipe;
Pode ser utilizado como elemento estruturante do tempo livre do indivíduo;
Proporciona prazer em seu estudo e prática;
Por ser um jogo de regras, dita uma pauta ética em um momento propício para a aquisição de valores morais;
Devido às suas múltiplas virtudes, contribui para a formação de melhores cidadãos.
Assim, visto que a presença do xadrez hoje no Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite é uma realidade e por acreditar nas propostas que vem sido colocadas é que se fez necessário a elaboração e implementação deste projeto
III – OBJETIVOS
Objetivo geral:
Proporcionar aos alunos do Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite a oportunidade de conhecer e aprender o jogo de xadrez e utilizá-lo para desenvolver suas habilidades cognitivas, democratizando este jogo no seu cotidiano.
Objetivos específicos:
Estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas;
Criar um intercâmbio entre as escolas integrais;
Oferecer aos alunos uma opção de atividades extraclasse;
Dar oportunidade aos alunos praticantes do xadrez de ter um local e material necessário para evoluir na sua aprendizagem;
Incentivar a prática do xadrez e preparar os alunos para participar, de forma saudável, de competições internas e externas;
Educar através da ética enxadrística.
IV - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Aulas expositivas (teórica);
Resolução de situações problemas reais artísticos;
Aulas práticas;
Xadrez humano;
Torneios Internos e abertos.
V - RECURSOS PEDAGÓGICOS
Tabuleiro e peças de xadrez oficial;
Tabuleiros de xadrez escolar;
Quadro papel, pincel e papel;
Material didático para o xadrez humano.
VI - TEMPO DE DURAÇÃO DO PROJETO
Todo ano letivo
VII - PROGRAMA ANUAL
1 - Histórico.
2 - Objetivo pedagógico do jogo.
3 - O tabuleiro:
Divisão
Nomenclatura das casas
4 - As peças:
Nome das peças e suas posições no tabuleiro
As peças e seus movimentos
O valor das peças
Os três movimentos especiais
O deslocamento das peças no tabuleiro nas suas diversas direções
Como eliminar as peças adversárias
5 - O xeque e o xeque-mate:
Objetivo principal do jogo (o xeque-mate)
Xeque a descoberto
Empate por afogamento
O xeque contínuo
Abandono de partida
6 - A ética enxadrística:
Normas de conduta esportiva
Hábitos nocivos ao desenvolvimento do jogo
Coordenação motora no manuseio das peças.
7 - O jogo de xadrez:
Noções básicas do jogo de xadrez
Como iniciar uma partida
Abertura, jogo médio e final
Planos de jogo
Técnicas enxadrísticas
Saída com as brancas e com as pretas
Partidas instrutivas
Miniaturas
Exercícios diversos com jogadas a resolver
Partidas memoráveis.
8 - Participações em torneios e campeonatos:
Jogos internos na própria escola
Torneios abertos
Torneios pela internet.
9 – Avaliação:
Trabalhos individuais e em grupos
Resultados em torneios e campeonatos.
VIII - BIBLIOGRAFIA
FISCHER, J. Como é fácil aprender xadrez- Porto Alegre - Rigel, 1991
LASKER, Edward. A aventura do xadrez - São Paulo: Ibrasa, 1962
REMFELD, Fred. Xeque-mate - o raciocínio em xeque - São Paulo, 1973
Projeto de Leitura "Interdisciplinaridade em Ação"
Autoras do Projeto: Alice Andrade e Odete Pauferro
I – APRESENTAÇÃO
“Semeia um pensamento e colherás um desejo;
Semeia um desejo e colherás a ação;
Semeia a ação e colherás um hábito;
Semeia o hábito e colherás o caráter”.
Tihamer Toth
O espaço escolar como meio transformador e mediador de conhecimentos, de habilidades e competências, deve se apropriar do seu papel estimulador de leitor e escritor, priorizando a sensibilidade e a imaginação literária, buscando nos diversos textos a expansão dos sentimentos mais nobres e profundos.
O ato de ler é uma atividade complexa que acima de tudo significa refletir, opinar, discutir, compreender, posicionar-se... Enfim, não está em pauta apenas a simples decodificação, mas a apreensão de informações explícitas e implícitas nos textos como construção de conhecimento em diferentes níveis de compreensão, análise e interpretação.
Pensando assim, é que se propõe através do projeto de leitura “Interdisciplinaridade em Ação”, um trabalho conjunto de leitura entre professores, alunos, direção e coordenação pedagógica do Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite, oportunizando assim que os alunos vivenciem, de forma dinâmica e prazerosa, as diversas possibilidades de leitura com foco em diferentes gêneros textuais, intensificando o gosto e o interesse pela mesma, além de proporcionar a interdisciplinaridade com as diversas áreas do conhecimento.
Por fim, cabe ainda lembrar que o ato da leitura deve voltar-se para a proposição de que “ser competente no uso da língua significa saber interagir, por meio de textos, em qualquer situação de comunicação” (MEC 1997, p. 53). Assim, o ensino da língua exerce a sua função social, a de ingressar o indivíduo no mundo letrado, construindo seu processo de cidadania e participar da sociedade como ser participante e atuante.
Encontra-se neste projeto ações sistematizadas para a prática pedagógica, cabendo ao professor fazer as modificações necessárias conforme sua criatividade e o nível dos alunos.
II - JUSTIFICATIVA
A escola tem buscado, a cada dia, desempenhar o seu real papel na sociedade, que é de formar cidadãos críticos, conscientes e participativos para enfrentar as dificuldades encontradas no seu cotidiano. Nesse sentido, busca-se desenvolver no educando a capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura e da escrita.
Segundo Monteiro Lobato, “quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê”, portanto, a necessidade da leitura é imprescindível, pois lê-se para viver melhor, para se informar, para inserir na sociedade e se constituir em um leitor eficiente.
Atualmente vive-se a problemática da baixa qualidade no desempenho dos alunos em relação à leitura. Daí uma questão fundamental para que o ensino leve o educando a compreender o texto escrito e, consequentemente, a língua nas suas diversidades buscando nas poesias, nos contos de fadas, ou seja, em diversos gêneros textuais, uma forma prazerosa de despertar o gosto e o prazer pela leitura, uma vez que “é nessa ‘viagem’ de possibilidades que a garotada exercita os tais comportamentos de leitores e escritores” (MOÇO, 2009, p. 52).
No intuito de se tornar as atividades pedagógicas mais significativas para os educandos da Educação Infantil a 4ª série do Ensino Fundamental do Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite é que se faz necessário, através da execução deste projeto, propiciar condições para que cada um desenvolva a sua sensibilidade e sua capacidade de ler e produzir textos com criatividade, inserindo-se no mundo da leitura e da escrita, sendo a escola a grande responsável por essa inserção, promovendo assim, a sua participação na sociedade.
Para tanto, este projeto propõe uma metodologia dinâmica, enriquecida, não apenas de conhecimentos programáticos, mas de habilidades e atitudes que deem ao educando formação e informação necessárias às exigências do dia-a-dia. Pois, não se pode mais conceber a fragmentação dos conteúdos isoladamente, mas sim, trabalhar com o conhecimento globalizado e contextualizado enfocado na interdisciplinaridade.
III - OBJETIVOS
Objetivo Geral:
Ampliar e promover atividades que estimulem o hábito e o gosto pela leitura, além do compromisso com o ato de ler, escrever e compreender diferentes tipos de texto.
Objetivos Específicos:
• Desenvolver uma integração entre a Língua Portuguesa e as demais disciplinas;
• Ler e interpretar diversos gêneros textuais;
• Identificar personagens e mensagens principais dos textos;
• Integrar com a diversidade de textos e perceber a utilização de cada um;
• Facilitar a compreensão de fatos históricos;
• Valorizar a leitura como fonte de prazer e entretenimento;
• Exercitar sua imaginação e fantasia através da leitura de poesias e contos;
• Estimular o senso crítico, a percepção auditiva e a memória musical;
• Expressar-se com ritmo e entonação adequados;
• Produzir textos verbais e não verbais com desenvoltura e sequência lógica.
IV - PROPOSTA METODOLÓGICA
Como ponto de partida para a execução deste projeto, sugere os seguintes passos:
Iniciar com uma sondagem sobre o conhecimento do aluno relacionado aos contos, às poesias, às músicas, às imagens e outras tipologias textuais;
Através de uma conversa informal, questionar o tipo de leitura de que os alunos mais gostam, falando da importância da leitura;
Realizar diferentes dinâmicas para leitura de textos das diversas disciplinas;
Propor a reescrita (individual ou coletiva) de um texto, inclusive fazendo uso da ortografia e da gramática em situações reais;
Propor leituras de imagens (fotos, gravuras e pinturas), incentivando a busca de respostas para as seguintes perguntas: Qual a natureza desse documento? Quem o produziu? Quando? Com que objetivo? Como chegou até nós? Qual a questão central dele? Que tipo de mensagem o autor quer transmitir? Que avaliação você faz dele? Em sua opinião, existe algo que esteja subtendido nele? Como ele nos permite conhecer o passado? Entre outras;
Selecionar e organizar textos diversos produzidos pelos alunos para uma possível publicação.
A proposta se constitui em duas linhas paralelas: Ciranda dos Livros (processo em anexo) no decorrer de todo o ano letivo e o gênero textual da unidade, priorizando as seguintes etapas.
Poesias: 22/02 a 30/04/2010
Textos epistolares e jornalísticos: 03/05 a 16/07/2010
Fábulas e Contos Populares: 19/07 a 25/09
Contos de Fadas: 27/09 a 19/11/2010
Encerramento do Projeto, culminando com o Palco da Leitura (processo em anexo): novembro
Poesias:
O que se busca neste projeto é debater o trabalho com o texto poético, a partir de propostas didáticas realizadas em sala de aula. Espera-se poder aprofundar a discussão sobre a importância da poesia e mostrar como boas propostas de atividades podem ser extremamente enriquecedoras dos universos letrados de alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental, tornando-os não somente ouvintes e apreciadores de poemas, mas também, produtores de poesia, além de despertar o interesse e o gosto pela leitura e pela escrita. É preciso mostrar que a poesia não é só para ler, é para desenhar, recortar, pensar, criar, colorir, brincar, enfim, aprender! Para tanto, deverá ser desenvolvido através de atividades diversificadas, dinâmicas e prazerosas, compreendendo:
• Roda de leitura diária;
• Músicas e paródias;
• Leitura e interpretação de poesias através das diversas metodologias;
• Produção de poesias coletivas e individuais a partir de temas estudados;
• Montagem de varal poético;
• Recital de poesias na própria sala ou em salas vizinhas.
Textos epistolares e jornalísticos:
O bilhete, o convite, a carta, o cartão postal... são instrumentos de comunicação da língua escrita. Aprender a escrever esses textos possibilita ao aluno a descoberta da função social da escrita. Diante disso, vale ressaltar que a produção da leitura e escrita dos mesmos permite aos alunos exercitar a interação verbal, pois propõem como condição, determinar: a quem se escreve, por que se escreve, sobre o que se escreve, como se escreve. Além disso, é importante também o trabalho com o jornal, por ser um portador de diferentes gêneros: textos opinativos, notícias, reportagens, dicas culturais, classificados, entre outros e trazer oportunidades de crescimento para o leitor em seu aprimoramento como cidadão. Hoje, os alunos têm acesso a essa linguagem por diferentes formas, inclusive por meio dos telejornais. O trabalho com a leitura desses textos tem como objetivo conhecer essas linguagens para ter uma visão mais crítica do mundo. Nesse sentido, propõe-se que:
• Solicite aos alunos que procurem, em casa, bilhetes, convites, cartões e cartas e levem-nas para a escola para leitura, análise e discussão;
• Oriente aos alunos a ler e escrever textos epistolares, como: bilhete, convite e cartão postal, apresentando seus elementos (emissor, destinatário e mensagem), cumprindo assim sua finalidade comunicativa;
• Misture as partes de uma carta ou bilhete para que os alunos identifiquem o que está inadequado, estruturando-a para que fique clara;
• Distribua uma carta, faltando um pedaço (parte) e solicitar que completem;
• Oriente os alunos à produção de situações concretas de uso dos textos epistolares:
Construção de um correio na escola entre os colegas ou entre outras turmas;
Escolha de um aluno para ser o carteiro de classe para, regularmente, uma vez por semana, fazer a distribuição;
Reescritas coletivas, em duplas e individuais.
• Construa com os alunos uma ficha de autoavaliação com os elementos que não deve ser esquecido na produção do tipo de texto em estudo;
• Ao trabalhar com cartão-postal o professor deverá apresentar aos alunos vários modelos já preenchidos para que levantem hipóteses, ou seja, percebam que no verso da imagem, o espaço é dividido em duas colunas: a coluna da esquerda é ocupada pela mensagem do remetente e a da direita, com o endereço do destinatário. E que aprendam como preencher esses espaços;
• Organize uma caixa com pequenas notícias para leitura independente dos alunos;
• Oportunize a roda de curiosidades, em que os alunos contam e comentam o que ouviram nos telejornais ou leram em jornais e revistas;
• Trabalhe com os alunos as características do texto jornalístico: o quê? Quem? Quando? Como? Por quê? E levá-los a compreender que a distribuição da informação se dar através de fotos, legendas, mapas, números, tabelas, manchetes, todos os elementos que integram o jornal;
• Organize, junto com os alunos, um jornal-mural ou outro tipo de jornal utilizando notícias locais, da educação, de um acontecimento, de um fato histórico marcante, etc., ampliando a memória da cidade.
Fábulas e Contos Populares:
As fábulas e contos, pelas suas características linguísticas e textuais, mas também por seu conteúdo temático, têm sido apreciadas há muito tempo na literatura universal. Na escola, sua leitura pode oferecer aos alunos, principalmente para aqueles que ainda não dominam a leitura e a escrita, uma interação com o mundo letrado e ficcional de ótima qualidade literária. Neste projeto, discute-se as possibilidades deste trabalho e as riquezas destes textos. Para tanto, sugere que:
• Inicie o trabalho com a leitura de fábulas, como “A cigarra e a formiga” de Jean de La Fontaine. Proponha leituras coletivas e individuais e discussões que envolvam toda a turma. Chame a atenção para algumas características específicas deste gênero textual: presença de animais com características humanas, narração curta, mas com início, meio e fim, uma mensagem ou ensinamento moral como desfecho da história;
• Inicie as aulas por alguns dias com a leitura de uma fábula ou conto, ora trazida por eles, ora pesquisada pela professora. Crie situações de discussão sobre os textos lidos, que podem ser realizadas em grupos ou com toda a turma;
• Apresente aos alunos diferentes versões de uma mesma fábula;
• Reproduza por escrito uma fábula lida pelo (a) professor (a), mantendo a sequência dos fatos;
• Faça uma pesquisa entre os alunos de sua fábula preferida, colocar o resultado numa tabela e depois transformá-la em gráfico. Expor na sala;
• Crie novas fábulas com questões do dia-a-dia e ilustrá-las;
• Ilustrem fábulas e contos populares;
• Trabalhe com texto fatiado;
• Enumere sequências de cenas da história;
• Monte um mural com as fábulas ou contos populares criados ou trabalhados.
Contos de Fadas:
Os contos estão envolvidos no maravilhoso mundo das crianças e partem de uma situação real e concreta, para proporcionar emoções e vivências significativas. Neste gênero aparecem seres encantados e elementos mágicos pertencentes a um mundo imaginário que todas as crianças se encantam. Por meio de linguagem simbólica dos contos, a criança vem a construir uma ponte de significação do mundo exterior para seu mundo interior, aprendendo valores, refletindo sobre suas ações, desenvolvendo seu senso crítico, sua criatividade, sua expressão e linguagem. Assim é proposto:
• Listar os contos de fadas que eles já conhecem;
• Analisar os contos de fadas, observando: estrutura textual (narrativa), temporalidade, linguagem própria diferente do cotidiano, descrição de cenários e personagens, presença do conflito (bem e mal), resolução de conflitos levando a um final feliz, presença de elementos fantásticos (bruxas, fadas, anões, magos, gigantes...) e analisar as características das personagens na história;
• Proporcionar momentos de leitura em roda e reconto de histórias já ouvidas;
• Identificar os valores encontrados nas personagens das histórias.
• Solicitar que as crianças desenhem as histórias à medida que são lidas, para fins de ilustração;
• Propor que as crianças ouçam com atenção a narrativa de contos de fadas (CD);
• Fazer gráficos com as personagens e contos favoritos da turma;
• Desenvolver produção de texto com as características dos contos de fadas e ainda, a partir da técnica “Fábrica de Contos” , bem como produzir fantoches a partir dos textos produzidos para uma dramatização.
• Realizar uma votação na sala a fim de escolher um filme que aborde contos de fadas renovados para assistir em aula, entre opções como: Shrek, Deu a louca na Chapeuzinho, A nova Cinderela ou Encantada. Verificar, anotar e discutir as diferenças e semelhanças entre o conto de fada tradicional e o que é veiculado na obra cinematográfica, elaborando-se um quadro comparativo que ficará exposto no mural.
• Dividir a turma em pequenos grupos e oferecer para cada grupo um conto de fadas clássico (Exemplos: “A Bela e a Fera”, “Pinóquio”, “A Pequena Sereia”, “Alladin”, “Cinderela”, “Chapeuzinho Vermelho”, “Rapunzel”, “Branca de Neve”, “O Pequeno Polegar”). Depois de realizadas as leituras, cada grupo divulga/expõe seu conto para a turma; caso achem interessantes, poderão também apresentá-las em forma de teatro, encenando para as outras turmas da escola.
Obs.: Além dos gêneros indicados, valem outros que tratem de assunto de interesse do momento e das crianças; É importante frisar que a música deve se trabalhada constantemente, assim como os diferentes valores embutidos nos diversos gêneros textuais.
V - RECURSOS
Humanos: Direção, professores, alunos e colaboradores.
Materiais: Aparelho de som, TV e DVD, CDs e DVDs; livros didáticos e paradidáticos; textos mimeografados e/ou xerocados; produções dos alunos; jornais e revistas; documentos escritos e iconográficos (fotos, gravuras e pinturas); fichas/envelopes e papeis diversos: cartolina, madeira, ofício; TNT, tesoura, cola, tinta, pincel, lápis de cor material de sucata (tubos de linha, lã, botões, etc.)
VI – AVALIAÇÃO
A avaliação ocorrerá de forma processual e progressiva, de modo a verificar o desempenho, a participação, o interesse e a aplicação do estudante no cumprimento das atividades, leituras e discussões, além da interação e empenho em seu grupo de trabalho. Serão utilizados diversos instrumentos de avaliação, como: observação, análise conjunta do que se realizou, registros nas fichas de monitoramento, autoavaliação, socialização dos conhecimentos construídos, assim como as habilidades desenvolvidas.
VII- REFERÊNCIAS
MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. MEC/SEF: Brasília, DF, 1997.
MOÇO, Anderson. Gêneros, como usar. In: Revista Nova Escola, Ano XXIV, Nº 224, ago/2009.
VIII – ANEXOS
PROCESSO 01: CIRANDA DE LIVROS
FINALIDADE:
1 - Realizar um trabalho coletivo, onde haja o envolvimento de todos os alunos em sala de aula, incentivando-os ao hábito da leitura e da escrita; 2 - Estimular a integração e participação dos pais na vida escolar dos filhos.
PASSOS:
1 - Através de uma ciranda de livros feita com os alunos na sala, será montada uma espécie de biblioteca;
2 - A professora baseada em conhecimentos obtidos de suas interações com os alunos organiza a lista dos livros e cada um lerá um livro por semana;
3 - Os alunos serão orientados a lê-los, participando do projeto de leitura “Interdisciplinaridade em Ação”.
4 - Na sexta-feira, cada um responderá a uma atividade escrita mediada pela professora ou fará um relato do livro para os colegas e dará sua opinião sobre o mesmo.
5 – A professora, juntamente aos alunos, preencherá a ficha de monitoramento dos livros lidos;
6 – Os alunos deverão trocar de livro semanalmente para que sejam levados para serem também lidos em casa, no final de semana, com a ajuda e participação dos pais ou outro familiar.
PROCESSO 02: PALCO DA LEITURA
FINALIDADE:
1- Desenvolver a prática da leitura em sala de aula e permitir que o aluno tenha mais intimidade com livros e os diversos gêneros textuais; 2 – Dramatizar, ler ou declamar com boa dicção, tonalidade de voz, respeitando a pontuação, a fim de que todos ouçam e entendam a dramatização, a declamação ou o texto lido.
PASSOS:
1. Numa reunião, a equipe de liderança e os professores deverão selecionar o gênero a ser apresentado por cada turma;
2. Escolher os textos com os alunos que possam ser apresentados no PALCO DA LEITURA (os textos devem ser diversificados e não devem ser muito longos).
3. Ensaiar com os alunos a leitura dos textos escolhidos (entonação, postura, dicção, pronúncia das palavras, tom da voz).
4. Estabelecer o dia com os professores em que ocorrerá o PALCO DA LEITURA;
5. Inscrever os alunos para apresentação no palco.
6. Elaborar plano de ação para o evento (3 Q’s), abordando: inscrição, arrumação do palco e do local do evento e apresentação do evento (locução), entre outras ações;
7. Realização do evento.
I – APRESENTAÇÃO
“Semeia um pensamento e colherás um desejo;
Semeia um desejo e colherás a ação;
Semeia a ação e colherás um hábito;
Semeia o hábito e colherás o caráter”.
Tihamer Toth
O espaço escolar como meio transformador e mediador de conhecimentos, de habilidades e competências, deve se apropriar do seu papel estimulador de leitor e escritor, priorizando a sensibilidade e a imaginação literária, buscando nos diversos textos a expansão dos sentimentos mais nobres e profundos.
O ato de ler é uma atividade complexa que acima de tudo significa refletir, opinar, discutir, compreender, posicionar-se... Enfim, não está em pauta apenas a simples decodificação, mas a apreensão de informações explícitas e implícitas nos textos como construção de conhecimento em diferentes níveis de compreensão, análise e interpretação.
Pensando assim, é que se propõe através do projeto de leitura “Interdisciplinaridade em Ação”, um trabalho conjunto de leitura entre professores, alunos, direção e coordenação pedagógica do Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite, oportunizando assim que os alunos vivenciem, de forma dinâmica e prazerosa, as diversas possibilidades de leitura com foco em diferentes gêneros textuais, intensificando o gosto e o interesse pela mesma, além de proporcionar a interdisciplinaridade com as diversas áreas do conhecimento.
Por fim, cabe ainda lembrar que o ato da leitura deve voltar-se para a proposição de que “ser competente no uso da língua significa saber interagir, por meio de textos, em qualquer situação de comunicação” (MEC 1997, p. 53). Assim, o ensino da língua exerce a sua função social, a de ingressar o indivíduo no mundo letrado, construindo seu processo de cidadania e participar da sociedade como ser participante e atuante.
Encontra-se neste projeto ações sistematizadas para a prática pedagógica, cabendo ao professor fazer as modificações necessárias conforme sua criatividade e o nível dos alunos.
II - JUSTIFICATIVA
A escola tem buscado, a cada dia, desempenhar o seu real papel na sociedade, que é de formar cidadãos críticos, conscientes e participativos para enfrentar as dificuldades encontradas no seu cotidiano. Nesse sentido, busca-se desenvolver no educando a capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura e da escrita.
Segundo Monteiro Lobato, “quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê”, portanto, a necessidade da leitura é imprescindível, pois lê-se para viver melhor, para se informar, para inserir na sociedade e se constituir em um leitor eficiente.
Atualmente vive-se a problemática da baixa qualidade no desempenho dos alunos em relação à leitura. Daí uma questão fundamental para que o ensino leve o educando a compreender o texto escrito e, consequentemente, a língua nas suas diversidades buscando nas poesias, nos contos de fadas, ou seja, em diversos gêneros textuais, uma forma prazerosa de despertar o gosto e o prazer pela leitura, uma vez que “é nessa ‘viagem’ de possibilidades que a garotada exercita os tais comportamentos de leitores e escritores” (MOÇO, 2009, p. 52).
No intuito de se tornar as atividades pedagógicas mais significativas para os educandos da Educação Infantil a 4ª série do Ensino Fundamental do Colégio Profª Nice Públio da Silva Leite é que se faz necessário, através da execução deste projeto, propiciar condições para que cada um desenvolva a sua sensibilidade e sua capacidade de ler e produzir textos com criatividade, inserindo-se no mundo da leitura e da escrita, sendo a escola a grande responsável por essa inserção, promovendo assim, a sua participação na sociedade.
Para tanto, este projeto propõe uma metodologia dinâmica, enriquecida, não apenas de conhecimentos programáticos, mas de habilidades e atitudes que deem ao educando formação e informação necessárias às exigências do dia-a-dia. Pois, não se pode mais conceber a fragmentação dos conteúdos isoladamente, mas sim, trabalhar com o conhecimento globalizado e contextualizado enfocado na interdisciplinaridade.
III - OBJETIVOS
Objetivo Geral:
Ampliar e promover atividades que estimulem o hábito e o gosto pela leitura, além do compromisso com o ato de ler, escrever e compreender diferentes tipos de texto.
Objetivos Específicos:
• Desenvolver uma integração entre a Língua Portuguesa e as demais disciplinas;
• Ler e interpretar diversos gêneros textuais;
• Identificar personagens e mensagens principais dos textos;
• Integrar com a diversidade de textos e perceber a utilização de cada um;
• Facilitar a compreensão de fatos históricos;
• Valorizar a leitura como fonte de prazer e entretenimento;
• Exercitar sua imaginação e fantasia através da leitura de poesias e contos;
• Estimular o senso crítico, a percepção auditiva e a memória musical;
• Expressar-se com ritmo e entonação adequados;
• Produzir textos verbais e não verbais com desenvoltura e sequência lógica.
IV - PROPOSTA METODOLÓGICA
Como ponto de partida para a execução deste projeto, sugere os seguintes passos:
Iniciar com uma sondagem sobre o conhecimento do aluno relacionado aos contos, às poesias, às músicas, às imagens e outras tipologias textuais;
Através de uma conversa informal, questionar o tipo de leitura de que os alunos mais gostam, falando da importância da leitura;
Realizar diferentes dinâmicas para leitura de textos das diversas disciplinas;
Propor a reescrita (individual ou coletiva) de um texto, inclusive fazendo uso da ortografia e da gramática em situações reais;
Propor leituras de imagens (fotos, gravuras e pinturas), incentivando a busca de respostas para as seguintes perguntas: Qual a natureza desse documento? Quem o produziu? Quando? Com que objetivo? Como chegou até nós? Qual a questão central dele? Que tipo de mensagem o autor quer transmitir? Que avaliação você faz dele? Em sua opinião, existe algo que esteja subtendido nele? Como ele nos permite conhecer o passado? Entre outras;
Selecionar e organizar textos diversos produzidos pelos alunos para uma possível publicação.
A proposta se constitui em duas linhas paralelas: Ciranda dos Livros (processo em anexo) no decorrer de todo o ano letivo e o gênero textual da unidade, priorizando as seguintes etapas.
Poesias: 22/02 a 30/04/2010
Textos epistolares e jornalísticos: 03/05 a 16/07/2010
Fábulas e Contos Populares: 19/07 a 25/09
Contos de Fadas: 27/09 a 19/11/2010
Encerramento do Projeto, culminando com o Palco da Leitura (processo em anexo): novembro
Poesias:
O que se busca neste projeto é debater o trabalho com o texto poético, a partir de propostas didáticas realizadas em sala de aula. Espera-se poder aprofundar a discussão sobre a importância da poesia e mostrar como boas propostas de atividades podem ser extremamente enriquecedoras dos universos letrados de alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental, tornando-os não somente ouvintes e apreciadores de poemas, mas também, produtores de poesia, além de despertar o interesse e o gosto pela leitura e pela escrita. É preciso mostrar que a poesia não é só para ler, é para desenhar, recortar, pensar, criar, colorir, brincar, enfim, aprender! Para tanto, deverá ser desenvolvido através de atividades diversificadas, dinâmicas e prazerosas, compreendendo:
• Roda de leitura diária;
• Músicas e paródias;
• Leitura e interpretação de poesias através das diversas metodologias;
• Produção de poesias coletivas e individuais a partir de temas estudados;
• Montagem de varal poético;
• Recital de poesias na própria sala ou em salas vizinhas.
Textos epistolares e jornalísticos:
O bilhete, o convite, a carta, o cartão postal... são instrumentos de comunicação da língua escrita. Aprender a escrever esses textos possibilita ao aluno a descoberta da função social da escrita. Diante disso, vale ressaltar que a produção da leitura e escrita dos mesmos permite aos alunos exercitar a interação verbal, pois propõem como condição, determinar: a quem se escreve, por que se escreve, sobre o que se escreve, como se escreve. Além disso, é importante também o trabalho com o jornal, por ser um portador de diferentes gêneros: textos opinativos, notícias, reportagens, dicas culturais, classificados, entre outros e trazer oportunidades de crescimento para o leitor em seu aprimoramento como cidadão. Hoje, os alunos têm acesso a essa linguagem por diferentes formas, inclusive por meio dos telejornais. O trabalho com a leitura desses textos tem como objetivo conhecer essas linguagens para ter uma visão mais crítica do mundo. Nesse sentido, propõe-se que:
• Solicite aos alunos que procurem, em casa, bilhetes, convites, cartões e cartas e levem-nas para a escola para leitura, análise e discussão;
• Oriente aos alunos a ler e escrever textos epistolares, como: bilhete, convite e cartão postal, apresentando seus elementos (emissor, destinatário e mensagem), cumprindo assim sua finalidade comunicativa;
• Misture as partes de uma carta ou bilhete para que os alunos identifiquem o que está inadequado, estruturando-a para que fique clara;
• Distribua uma carta, faltando um pedaço (parte) e solicitar que completem;
• Oriente os alunos à produção de situações concretas de uso dos textos epistolares:
Construção de um correio na escola entre os colegas ou entre outras turmas;
Escolha de um aluno para ser o carteiro de classe para, regularmente, uma vez por semana, fazer a distribuição;
Reescritas coletivas, em duplas e individuais.
• Construa com os alunos uma ficha de autoavaliação com os elementos que não deve ser esquecido na produção do tipo de texto em estudo;
• Ao trabalhar com cartão-postal o professor deverá apresentar aos alunos vários modelos já preenchidos para que levantem hipóteses, ou seja, percebam que no verso da imagem, o espaço é dividido em duas colunas: a coluna da esquerda é ocupada pela mensagem do remetente e a da direita, com o endereço do destinatário. E que aprendam como preencher esses espaços;
• Organize uma caixa com pequenas notícias para leitura independente dos alunos;
• Oportunize a roda de curiosidades, em que os alunos contam e comentam o que ouviram nos telejornais ou leram em jornais e revistas;
• Trabalhe com os alunos as características do texto jornalístico: o quê? Quem? Quando? Como? Por quê? E levá-los a compreender que a distribuição da informação se dar através de fotos, legendas, mapas, números, tabelas, manchetes, todos os elementos que integram o jornal;
• Organize, junto com os alunos, um jornal-mural ou outro tipo de jornal utilizando notícias locais, da educação, de um acontecimento, de um fato histórico marcante, etc., ampliando a memória da cidade.
Fábulas e Contos Populares:
As fábulas e contos, pelas suas características linguísticas e textuais, mas também por seu conteúdo temático, têm sido apreciadas há muito tempo na literatura universal. Na escola, sua leitura pode oferecer aos alunos, principalmente para aqueles que ainda não dominam a leitura e a escrita, uma interação com o mundo letrado e ficcional de ótima qualidade literária. Neste projeto, discute-se as possibilidades deste trabalho e as riquezas destes textos. Para tanto, sugere que:
• Inicie o trabalho com a leitura de fábulas, como “A cigarra e a formiga” de Jean de La Fontaine. Proponha leituras coletivas e individuais e discussões que envolvam toda a turma. Chame a atenção para algumas características específicas deste gênero textual: presença de animais com características humanas, narração curta, mas com início, meio e fim, uma mensagem ou ensinamento moral como desfecho da história;
• Inicie as aulas por alguns dias com a leitura de uma fábula ou conto, ora trazida por eles, ora pesquisada pela professora. Crie situações de discussão sobre os textos lidos, que podem ser realizadas em grupos ou com toda a turma;
• Apresente aos alunos diferentes versões de uma mesma fábula;
• Reproduza por escrito uma fábula lida pelo (a) professor (a), mantendo a sequência dos fatos;
• Faça uma pesquisa entre os alunos de sua fábula preferida, colocar o resultado numa tabela e depois transformá-la em gráfico. Expor na sala;
• Crie novas fábulas com questões do dia-a-dia e ilustrá-las;
• Ilustrem fábulas e contos populares;
• Trabalhe com texto fatiado;
• Enumere sequências de cenas da história;
• Monte um mural com as fábulas ou contos populares criados ou trabalhados.
Contos de Fadas:
Os contos estão envolvidos no maravilhoso mundo das crianças e partem de uma situação real e concreta, para proporcionar emoções e vivências significativas. Neste gênero aparecem seres encantados e elementos mágicos pertencentes a um mundo imaginário que todas as crianças se encantam. Por meio de linguagem simbólica dos contos, a criança vem a construir uma ponte de significação do mundo exterior para seu mundo interior, aprendendo valores, refletindo sobre suas ações, desenvolvendo seu senso crítico, sua criatividade, sua expressão e linguagem. Assim é proposto:
• Listar os contos de fadas que eles já conhecem;
• Analisar os contos de fadas, observando: estrutura textual (narrativa), temporalidade, linguagem própria diferente do cotidiano, descrição de cenários e personagens, presença do conflito (bem e mal), resolução de conflitos levando a um final feliz, presença de elementos fantásticos (bruxas, fadas, anões, magos, gigantes...) e analisar as características das personagens na história;
• Proporcionar momentos de leitura em roda e reconto de histórias já ouvidas;
• Identificar os valores encontrados nas personagens das histórias.
• Solicitar que as crianças desenhem as histórias à medida que são lidas, para fins de ilustração;
• Propor que as crianças ouçam com atenção a narrativa de contos de fadas (CD);
• Fazer gráficos com as personagens e contos favoritos da turma;
• Desenvolver produção de texto com as características dos contos de fadas e ainda, a partir da técnica “Fábrica de Contos” , bem como produzir fantoches a partir dos textos produzidos para uma dramatização.
• Realizar uma votação na sala a fim de escolher um filme que aborde contos de fadas renovados para assistir em aula, entre opções como: Shrek, Deu a louca na Chapeuzinho, A nova Cinderela ou Encantada. Verificar, anotar e discutir as diferenças e semelhanças entre o conto de fada tradicional e o que é veiculado na obra cinematográfica, elaborando-se um quadro comparativo que ficará exposto no mural.
• Dividir a turma em pequenos grupos e oferecer para cada grupo um conto de fadas clássico (Exemplos: “A Bela e a Fera”, “Pinóquio”, “A Pequena Sereia”, “Alladin”, “Cinderela”, “Chapeuzinho Vermelho”, “Rapunzel”, “Branca de Neve”, “O Pequeno Polegar”). Depois de realizadas as leituras, cada grupo divulga/expõe seu conto para a turma; caso achem interessantes, poderão também apresentá-las em forma de teatro, encenando para as outras turmas da escola.
Obs.: Além dos gêneros indicados, valem outros que tratem de assunto de interesse do momento e das crianças; É importante frisar que a música deve se trabalhada constantemente, assim como os diferentes valores embutidos nos diversos gêneros textuais.
V - RECURSOS
Humanos: Direção, professores, alunos e colaboradores.
Materiais: Aparelho de som, TV e DVD, CDs e DVDs; livros didáticos e paradidáticos; textos mimeografados e/ou xerocados; produções dos alunos; jornais e revistas; documentos escritos e iconográficos (fotos, gravuras e pinturas); fichas/envelopes e papeis diversos: cartolina, madeira, ofício; TNT, tesoura, cola, tinta, pincel, lápis de cor material de sucata (tubos de linha, lã, botões, etc.)
VI – AVALIAÇÃO
A avaliação ocorrerá de forma processual e progressiva, de modo a verificar o desempenho, a participação, o interesse e a aplicação do estudante no cumprimento das atividades, leituras e discussões, além da interação e empenho em seu grupo de trabalho. Serão utilizados diversos instrumentos de avaliação, como: observação, análise conjunta do que se realizou, registros nas fichas de monitoramento, autoavaliação, socialização dos conhecimentos construídos, assim como as habilidades desenvolvidas.
VII- REFERÊNCIAS
MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. MEC/SEF: Brasília, DF, 1997.
MOÇO, Anderson. Gêneros, como usar. In: Revista Nova Escola, Ano XXIV, Nº 224, ago/2009.
VIII – ANEXOS
PROCESSO 01: CIRANDA DE LIVROS
FINALIDADE:
1 - Realizar um trabalho coletivo, onde haja o envolvimento de todos os alunos em sala de aula, incentivando-os ao hábito da leitura e da escrita; 2 - Estimular a integração e participação dos pais na vida escolar dos filhos.
PASSOS:
1 - Através de uma ciranda de livros feita com os alunos na sala, será montada uma espécie de biblioteca;
2 - A professora baseada em conhecimentos obtidos de suas interações com os alunos organiza a lista dos livros e cada um lerá um livro por semana;
3 - Os alunos serão orientados a lê-los, participando do projeto de leitura “Interdisciplinaridade em Ação”.
4 - Na sexta-feira, cada um responderá a uma atividade escrita mediada pela professora ou fará um relato do livro para os colegas e dará sua opinião sobre o mesmo.
5 – A professora, juntamente aos alunos, preencherá a ficha de monitoramento dos livros lidos;
6 – Os alunos deverão trocar de livro semanalmente para que sejam levados para serem também lidos em casa, no final de semana, com a ajuda e participação dos pais ou outro familiar.
PROCESSO 02: PALCO DA LEITURA
FINALIDADE:
1- Desenvolver a prática da leitura em sala de aula e permitir que o aluno tenha mais intimidade com livros e os diversos gêneros textuais; 2 – Dramatizar, ler ou declamar com boa dicção, tonalidade de voz, respeitando a pontuação, a fim de que todos ouçam e entendam a dramatização, a declamação ou o texto lido.
PASSOS:
1. Numa reunião, a equipe de liderança e os professores deverão selecionar o gênero a ser apresentado por cada turma;
2. Escolher os textos com os alunos que possam ser apresentados no PALCO DA LEITURA (os textos devem ser diversificados e não devem ser muito longos).
3. Ensaiar com os alunos a leitura dos textos escolhidos (entonação, postura, dicção, pronúncia das palavras, tom da voz).
4. Estabelecer o dia com os professores em que ocorrerá o PALCO DA LEITURA;
5. Inscrever os alunos para apresentação no palco.
6. Elaborar plano de ação para o evento (3 Q’s), abordando: inscrição, arrumação do palco e do local do evento e apresentação do evento (locução), entre outras ações;
7. Realização do evento.
Brincar com o corpo e com os sentidos...
O professor deve propiciar atividades diversas de Psicomotricidade:
• Pular em um pé som ao ritmo de uma música;
• Andar em cima de uma linha traçada no chão com uma bola na mão;
• Engatinhar, saltar, com ritmo ou livremente;
• Dançar em diferentes ritmos;
• Pular entre bambolês;
• Imitar animais;
• Andar em curvas;
• Arremessar e agarrar bolas;
• Brincar de Chefinho mandou;
• Brincar de Morto-Vivo;
• Brincar de Estátua;
• Brincar de cabra-cega;
• Pular em um pé som ao ritmo de uma música;
• Andar em cima de uma linha traçada no chão com uma bola na mão;
• Engatinhar, saltar, com ritmo ou livremente;
• Dançar em diferentes ritmos;
• Pular entre bambolês;
• Imitar animais;
• Andar em curvas;
• Arremessar e agarrar bolas;
• Brincar de Chefinho mandou;
• Brincar de Morto-Vivo;
• Brincar de Estátua;
• Brincar de cabra-cega;
Dinâmicas
01. Teste dos três minutos
Objetivo:
Refletir sobre como o desejo de competir e se sobressair leva às vezes a uma ação precipitada.
Material: Cópias do teste e lápis ou caneta para todos os participantes.
Como Fazer:
a) Entrega-se uma cópia do teste (conf. modelo abaixo) para cada participante.
b) O teste deve ser feito com muita rapidez.
c) Os três primeiros que terminarem receberão um prêmio.
d) Quem falar, será multado.
e) Quando todos tiverem respondido o teste, faz-se urna avaliação.
Teste dos três minutos
1. Leia atentamente todos os itens antes de fazer qualquer coisa.
2. Ponha seu nome no canto superior direito da folha.
3. Faça um círculo na palavra nome do item 2.
4. Desenhe cinco pequenos quadrados no canto superior esquerdo do papel.
5. Ponha um "x' dentro de cada quadrado.
6. Faça um círculo em volta de cada quadrado.
7. Ponha sua assinatura sobre o título dessa página.
8. Logo em seguida ao título, escreva sim, sim, sim.
9. Faça um círculo no número do item 7.
1 0. Ponha um "X" no canto inferior esquerdo da página.
11. Desenho um triângulo em volta do "X" que você acabou de desenhar.
12. No verso desta página, multiplique 13 por 12.
13. Faça três buraquinhos no topo deste papel com o seu lápis ou caneta.
14. Sublinhe todos os números pares desta página.
15. Se você chegou neste ponto do teste, dê um tapinha nas costas do colega ao lado.
16. Se você acha que conseguiu fazer tudo certo até aqui, levante o braço, conte até 3 mentalmente, abaixe o braço e prossiga.
17. Com sua caneta ou lápis, dê três batidas fortes na carteira.
18. Se você é o primeiro que chegou até aqui, diga alto para todos ouvirem: "Estou na frente! Vocês precisam trabalhar mais rápido!'
19. Faça um quadrado em volta do número do item anterior.
20. Agora que você terminou de ler todos os itens cuidadosamente, faça somente o que está no item 2. Esqueça as outras instruções.
02.Dinâmica: Coração Partido
Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos.
Procedimento:
Ler o texto ou contar a história do "Coração partido"
Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Finalmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho."
Após contar o texto dividir a turma em dois grupos e distribuir um recorte de coração (papel madeira dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura a cada um. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao outro grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruído que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração ou o que quer que seu coração esteja cheio... “O meu coração está cheio de... “ No final o professor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, como “Depende de nós”.
Objetivo:
Refletir sobre como o desejo de competir e se sobressair leva às vezes a uma ação precipitada.
Material: Cópias do teste e lápis ou caneta para todos os participantes.
Como Fazer:
a) Entrega-se uma cópia do teste (conf. modelo abaixo) para cada participante.
b) O teste deve ser feito com muita rapidez.
c) Os três primeiros que terminarem receberão um prêmio.
d) Quem falar, será multado.
e) Quando todos tiverem respondido o teste, faz-se urna avaliação.
Teste dos três minutos
1. Leia atentamente todos os itens antes de fazer qualquer coisa.
2. Ponha seu nome no canto superior direito da folha.
3. Faça um círculo na palavra nome do item 2.
4. Desenhe cinco pequenos quadrados no canto superior esquerdo do papel.
5. Ponha um "x' dentro de cada quadrado.
6. Faça um círculo em volta de cada quadrado.
7. Ponha sua assinatura sobre o título dessa página.
8. Logo em seguida ao título, escreva sim, sim, sim.
9. Faça um círculo no número do item 7.
1 0. Ponha um "X" no canto inferior esquerdo da página.
11. Desenho um triângulo em volta do "X" que você acabou de desenhar.
12. No verso desta página, multiplique 13 por 12.
13. Faça três buraquinhos no topo deste papel com o seu lápis ou caneta.
14. Sublinhe todos os números pares desta página.
15. Se você chegou neste ponto do teste, dê um tapinha nas costas do colega ao lado.
16. Se você acha que conseguiu fazer tudo certo até aqui, levante o braço, conte até 3 mentalmente, abaixe o braço e prossiga.
17. Com sua caneta ou lápis, dê três batidas fortes na carteira.
18. Se você é o primeiro que chegou até aqui, diga alto para todos ouvirem: "Estou na frente! Vocês precisam trabalhar mais rápido!'
19. Faça um quadrado em volta do número do item anterior.
20. Agora que você terminou de ler todos os itens cuidadosamente, faça somente o que está no item 2. Esqueça as outras instruções.
02.Dinâmica: Coração Partido
Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos.
Procedimento:
Ler o texto ou contar a história do "Coração partido"
Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Finalmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho."
Após contar o texto dividir a turma em dois grupos e distribuir um recorte de coração (papel madeira dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura a cada um. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao outro grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruído que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração ou o que quer que seu coração esteja cheio... “O meu coração está cheio de... “ No final o professor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, como “Depende de nós”.
Mensagem: A pedra
O distraído nela tropeçou…
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura…
E em todos esses casos, a diferença não teve na pedra, mas no homem!
Não existe ‘pedra’ no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Um abraço, Alice Andrade
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura…
E em todos esses casos, a diferença não teve na pedra, mas no homem!
Não existe ‘pedra’ no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Um abraço, Alice Andrade
É urgente!
É urgente
Acabar com as brigas,
Acabar com o desrespeito dos pais,
Acabar com as bebida dentro de casa.
É urgente
Ter respeito pelos outros,
Destruir coisas como fome, miséria,
Morte, guerra.
É urgente
Ter um pouco de amor e compreensão,
Paz e fidelidade.
A maior urgência é a de que Jesus Cristo volte logo,
Para que as urgências se acabem.
Acabar com as brigas,
Acabar com o desrespeito dos pais,
Acabar com as bebida dentro de casa.
É urgente
Ter respeito pelos outros,
Destruir coisas como fome, miséria,
Morte, guerra.
É urgente
Ter um pouco de amor e compreensão,
Paz e fidelidade.
A maior urgência é a de que Jesus Cristo volte logo,
Para que as urgências se acabem.
Assinar:
Postagens (Atom)